Intervenções Urbanas

Conexão Cidade-Margem

Enxergar e vivenciar a cidade a partir do olhar de adolescentes da periferia da Região Metropolitana de BH.

Durante o 1º semestre de 2013 foram criadas, junto a adolescentes do Centro Social de Educação e Cultura de Santa Luzia (Fundação Fé e Alegria), intervenções urbanas que questionam, criticam, reinventam, reorganizam, tornam belos os espaços das cidades de Belo Horizonte, Santa Luzia e o trajeto entre as duas cidades. Mais do que interferir no espaço, a ideia é que a interferência toque as pessoas desses espaços, e que as intervenções ampliem o diálogo entre o concreto e o humano. A cidade habitada por novos olhares e pelas necessidades individuais e coletivas, não apenas desse grupo, mas da comunidade onde vivem.

Mais do que buscar referências teóricas buscamos as referências pessoais desses adolescentes, a partir da vivência e da experiência desses com a cidade onde vivem e pelos espaços que transitam.

A cidade vista pelas pessoas, para as pessoas, com as pessoas.

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Cultura é só fachada?

Qual a utilidade de um espaço público destinado ao exercício e fruição da cultura?
(a)Ficar desativado.
(b)Servir à comunidade como local de trocas de experiências sensíveis.
(c)Ser privatizado.
(d)Ser um espaço de trocas artísticas.
(e)Funcionar somente em eventos pontuais.
(f)Nenhuma das alternativas anteriores.

INTERVENÇÃO

Coletivo

Como você gostaria de esperar por seu ônibus? As condições para se utilizar o transporte coletivo estão longe das ideais. Por isso, traremos leveza à sua espera. Aguarde!

INTERVENÇÃO

INTERVENÇÃO “COLETIVO” / Galpão COnvida Teatro de Rua Ocupe a Cidade

A praça é nossa?

Praça é qualquer espaço público urbano livre de edificações e que propicie convivência e/ou recreação para seus usuários.
Convidamos você a habitar, revitalizar, encontrar, conviver, repensar e reinventar. Traga seu pedaço de praça e venha reconstruir esse espaço conosco!

Pescaria no Arrudas

Por que pescar?

Porque quem não pesca é isca…
quem não pesca é pescado…
quem não pesca, nada…
e quem não nada bóia…
e quem não bóia afoga…
Quem não pesca é peixe…
Fala peixe!

Porque quem não pesca, passa de carro todos os dias e não se lembra de que ali existe um rio.

E o rio passa…

Pescaria realizada no dia 30 de abril de 2011 no cruzamento da rua Varginha e Avenida do Contorno, Centro, BH, em diálogo com o Obscena Agrupamento Independente de Pesquisa Cênica (www.obscenica.blogspot.com)

Pescaria realizada no dia 4 de outubro de 2010 no cruzamento da Avenida dos Andradas com Contorno, bairro Santa Efigênia, BH.

Vendendo Peixe

“Vamos pescar no Vendendo Peixe?

Quem convida é os conectores, um grupo de artistas daqui de Beagá, também fisgados pela ideia de ligar as pessoas à cidade. No sábado (18 de setembro) do Vendendo Peixe, eles virão da praia da Estação, trazendo suas varas para um escambo. E vão aproveitar para chamar todos a pescar junto com eles em outubro, no ribeirão Arrudas, outro lugar da cidade que anda tão escondido quanto o terceiro andar do Mercado Novo.

Gostou da proposta dos conectores? Eles se apresentam e vendem eles mesmos seu peixe”

Texto de Débora Fantini.

Intervenção Moedas

Qual a reação de um motorista que ao parar em um sinal ao invés de se deparar com pedintes é surpreendido com alguém lhe oferecendo uma moeda?Estamos em busca dessas reações, desse diálogo ou não-diálogo, das surpresas que oferecemos e que nos esperam.

Porque abrir o vidro? Porque aceitar ou não esse trocado? Os estereótipos que criamos na nossa sociedade correspondem ao que pensamos sobre eles? Qual é o tamanho do nosso preconceito?

 

boa solidão!

boa solidão!

moeda?

aceita um trocado?

Intervenção “Moedas”  no Vazio Festival de Performance de Manaus/AM – Nov. 2010

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