sobre as conexões

Rosa Choque

O espetáculo Rosa Choque foi criado pelo Coletivo os conectores, em parceria com o ator Guilherme Théo e foi realizado através do Cena-Espetáculo, projeto do Galpão Cine Horto.

O espetáculo traz à cena a questão da violência contra a mulher. Para além das diferenças físicas e biológicas, o que distingue homens e mulheres no imaginário da nossa sociedade? Em um mundo no qual essa violência está naturalizada e baseada em padrões de comportamento enraizados, Rosa Choque propõe ao público o deslocamento do seu ponto de vista, para suscitar a discussão a partir de outros olhares.

Sinopse

Colocar-se no lugar do outro. Misturar as cores, os tons. Confrontar-se. O choque não é de mulheres contra os homens. O choque é contra um pensamento que limita a liberdade humana, mas principalmente, de mulheres. O choque – sem violência – é para que haja o encontro.

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Alienação Parental

Algumas pessoas usam os filhos para chantagear e se vingar de ex companheiros(as).
Essa ação é conhecida como Síndrome da Alienação Parental, que acontece quando um dos genitores consegue fazer com que o filho ou filha se afaste, e até mesmo deixe de gostar do outro.
Afastar seu filho ou sua filha de quem ela/ele gosta é um ato cruel e é crime.
Se você ama seu filho, deixe-o conviver com quem também o ama!

Conexão Cidade-Margem

Enxergar e vivenciar a cidade a partir do olhar de adolescentes da periferia da Região Metropolitana de BH.

Durante o 1º semestre de 2013 foram criadas, junto a adolescentes do Centro Social de Educação e Cultura de Santa Luzia (Fundação Fé e Alegria), intervenções urbanas que questionam, criticam, reinventam, reorganizam, tornam belos os espaços das cidades de Belo Horizonte, Santa Luzia e o trajeto entre as duas cidades. Mais do que interferir no espaço, a ideia é que a interferência toque as pessoas desses espaços, e que as intervenções ampliem o diálogo entre o concreto e o humano. A cidade habitada por novos olhares e pelas necessidades individuais e coletivas, não apenas desse grupo, mas da comunidade onde vivem.

Mais do que buscar referências teóricas buscamos as referências pessoais desses adolescentes, a partir da vivência e da experiência desses com a cidade onde vivem e pelos espaços que transitam.

A cidade vista pelas pessoas, para as pessoas, com as pessoas.

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Suba na Vida!

Em um universo instigante, o espetáculo “Suba na Vida!” apresenta o encontro inusitado de quatro mulheres. As etapas do dia-a-dia são retratadas de maneira descontraída, buscando uma linguagem performática e não representacional e, ao mesmo tempo, espetacularizada, oriunda das linguagens de propaganda e cultura de massa e em contato direto com o público, num espetáculo instigante e irônico. Em 2012 o espetáculo realizará sua 1ª circulação por 5 regionais de Belo Horizonte.

Suba na vida! reúne na criação: Admar Fernandes, André Veloso, Cristiane Moreira, Joyce Malta, Letícia Andrade, Marina Viana, Patrícia Lanari, Rogério Araújo, além dos parceiros Felipe Cosse, Juliano Coelho, Eduardo Félix, Leonardo Martins e Catapreta.

Realização: Casa de Passagem e Os Conectores

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Suba na Vida!

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Metrorama
A Copa vem aí. E junto com ela o metrô, os shoppings centers, as redes de hotéis e as requalificações da cidade.
O espaço urbano cada vez mais dá lugar às relações de consumo, em detrimento das relações sociais. Isso implica nas relações de consumo do próprio espaço, como reformas arquitetônicas e urbanísticas e da desapropriação de espaços públicos para a construção de espaços privados.

A cidade está em movimento. Como intervir?

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Cultura é só fachada?

Qual a utilidade de um espaço público destinado ao exercício e fruição da cultura?
(a)Ficar desativado.
(b)Servir à comunidade como local de trocas de experiências sensíveis.
(c)Ser privatizado.
(d)Ser um espaço de trocas artísticas.
(e)Funcionar somente em eventos pontuais.
(f)Nenhuma das alternativas anteriores.

INTERVENÇÃO

INTERVENÇÃO “CULTURA É SÓ FACHADA?” / Galpão Convida Teatro de Rua Ocupe a Cidade (Praça Duque de Caxias)

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Coletivo

Como você gostaria de esperar por seu ônibus? As condições para se utilizar o transporte coletivo estão longe das ideais. Por isso, traremos leveza à sua espera. Aguarde!

INTERVENÇÃO

INTERVENÇÃO “COLETIVO” / Galpão COnvida Teatro de Rua Ocupe a Cidade

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Personal Trash

Você sabe diferenciar o chão de uma lixeira? Se sim, parabéns! Está apto a viver em sociedade! Se não, treine em casa, no shopping, em restaurantes e depois tente em espaços públicos. Não desista! Mas lembre-se: enquanto não conseguir, não se aproxime de outras pessoas. Você ainda é um perigo em potencial.

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A praça é nossa?

Praça é qualquer espaço público urbano livre de edificações e que propicie convivência e/ou recreação para seus usuários.
Convidamos você a habitar, revitalizar, encontrar, conviver, repensar e reinventar. Traga seu pedaço de praça e venha reconstruir esse espaço conosco!

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Art. 5º

A (des)construção da identidade.
Nossa constituição condiz com a construção da identidade na sociedade moderna?

Crédito da foto: Guto Muniz

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Transito?

Qual é a distância da sua casa ao seu trabalho?
Você consegue ir à pé? E de bicicleta?
Deixe o carro na garagem!
Você tem feito exercícios físicos?
Faz sentido ficar horas por dia dentro de um carro e à noite ir pra academia?
Onde está o transporte público, coletivo de qualidade?
Onde está o “metrô” da sua cidade?
Onde está nossa ciclovia?
Quadruplicar ruas e avenidas, desapropriar… pra quê?
Quem se beneficia com isso?

“Transito?” no Vazio Festival de Performance de Manaus/AM – Nov. 2010

Árvore de Natal

Mais uma vez o consumo. E no final do ano, movida pelo Natal, a sociedade passa a ser cada dia mais, descartável, desumana, sem conteúdo, irresponsável com o meio ambiente.
Como pensar em um consumo consciente?
O que fazer com todos os presentes de natal e datas comemorativas anteriores que não te servem mais?
Como transformar o lixo gerado na cidade em algo de maior utilidade?

“Árvere de Natal” no Vazio Festival de Performance de Manaus/AM – Nov. 2010

Com que roupa eu vou?

Estamos na Era de Narciso. Em um momento onde o ser humano é medido pela beleza.
O lema é: Ser jovem (sempre), estar com o peso certo e ter a altura certa (haja salto alto!)
Vivemos a tirania da aparência e somos, nós mesmos, tiranos nessa sociedade. Assistimos novelas e compramos revistas que nos impõem a estética do momento. Admiramos as pessoas ditas ideais e nos esforçamos para atingir esse lugar.
Não importa a que custo chegamos lá, o importante é estarmos cada vez mais parecidos com a mocinha ou o mocinho da novela, e de preferência seguindo a última tendência da moda. Mesmo que eu deteste aquela cor, ou que o pé doa com o bico fino, ou que eu ache meu cabelo muito mais bonito ondulado.
Todos os dias aparecem novas opções: Dieta dos pontos, Dieta da lua, Escova progressiva, Escova marroquina, Escova de chocolate, Escova de morango, Maquiagem animal print, Unhas de gel, Esmalte emborrachado, Creme para tonificar o bumbum, Depilação a laser, Lifting, Botox, Silicone, Cirurgia plástica, etc, etc, etc…
Não importa a minha opinião. Não importa a sua opinião.
O certo é que estamos cada dia mais iguais! (na aparência, claro!)

No Brasil em 2003 foram realizadas 621 mil cirurgias plásticas, onde 13% dessas cirurgias foram entre jovens de 14 a 18 anos.

Apenas 6% das mulheres brasileiras se consideram bonitas.

“Com que roupa eu vou?” no Vazio Festival de Performance de Manaus/AM – Nov. 2010

Pescaria no Arrudas

Por que pescar?

Porque quem não pesca é isca…
quem não pesca é pescado…
quem não pesca, nada…
e quem não nada bóia…
e quem não bóia afoga…
Quem não pesca é peixe…
Fala peixe!

Porque quem não pesca, passa de carro todos os dias e não se lembra de que ali existe um rio.

E o rio passa…

Pescaria realizada no dia 30 de abril de 2011 no cruzamento da rua Varginha e Avenida do Contorno, Centro, BH, em diálogo com o Obscena Agrupamento Independente de Pesquisa Cênica (www.obscenica.blogspot.com)

Pescaria realizada no dia 4 de outubro de 2010 no cruzamento da Avenida dos Andradas com Contorno, bairro Santa Efigênia, BH.

Vendendo Peixe

“Vamos pescar no Vendendo Peixe?

Quem convida é os conectores, um grupo de artistas daqui de Beagá, também fisgados pela ideia de ligar as pessoas à cidade. No sábado (18 de setembro) do Vendendo Peixe, eles virão da praia da Estação, trazendo suas varas para um escambo. E vão aproveitar para chamar todos a pescar junto com eles em outubro, no ribeirão Arrudas, outro lugar da cidade que anda tão escondido quanto o terceiro andar do Mercado Novo.

Gostou da proposta dos conectores? Eles se apresentam e vendem eles mesmos seu peixe”

Texto de Débora Fantini.

Consuma-se

Consuma-se” é uma obra em processo constante criada sempre em rede colaborativa. Como ferramentas utilizamos conceitos do work in progress, o texto não-verbal em “cena” e o atravessamento de multiplicidades usando de intermídias com sobreposição de narrativas. Como eixo norteador trabalhamos com o livro Sociedade do Espetáculo, de Guy Debord e textos de Zygmunt Bauman.

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Consuma-se” fala sobre a sociedade do consumo, sobre o ser humano como mercadoria e mostra como a mente é o primeiro produto que colocamos à venda.

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“Consuma-se” no Festival Breves Cenas – Manaus/AM – Marco 2010

“Consuma-se” no Festival de Performance de BH – Agosto 2009

“Consuma-se” no FIT BH 2010

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Intervenção Moedas

Qual a reação de um motorista que ao parar em um sinal ao invés de se deparar com pedintes é surpreendido com alguém lhe oferecendo uma moeda?Estamos em busca dessas reações, desse diálogo ou não-diálogo, das surpresas que oferecemos e que nos esperam.

Porque abrir o vidro? Porque aceitar ou não esse trocado? Os estereótipos que criamos na nossa sociedade correspondem ao que pensamos sobre eles? Qual é o tamanho do nosso preconceito?


boa solidão!

boa solidão!

moeda?

moeda?


aceita um trocado?

Intervenção “Moedas”  no Vazio Festival de Performance de Manaus/AM – Nov. 2010

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Convite à conexão – Jantar em parceria

Vivemos um momento onde a individualidade se sobrepõe ao coletivo, e cada coletivo como indivíduo se sobrepõe a outro.

A idéia do “Convite à conexão” surgiu da necessidade de integração entre os coletivos e a partir de trocas viabilizarmos formas de interação entre as ações propostas pelos mesmos.

Uma vez por mês, nos encontramos com outro coletivo/grupo/indivíduo.

Propomos parcerias para que consigamos avistar novos lugares e possibilidades, para reciclarmos as nossas idéias e revisitarmos nossas ações com novos olhares.

O “Convite à conexão” surge com a intenção de fazer com que o nosso trabalho seja de fato uma conexão real e efetiva.

S3013011Yakisoba vegetariano! osconectores + Denise Pedron


jantar à conexão com café pingado

jantar à conexão com café pingado

aceita um cogumelo ao molhom branco com salada tropical?

aceita um cogumelo ao molho branco com salada tropical?

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2 comentários sobre “sobre as conexões

  1. Gostei muito da peça apresentada no vestival breves cenas de Manaus. Vocês estariam interessados em repetir aquela perfomance na faculdade de filosofia da UFAM? Caso vocês estejsm em Manaus claro.

    • André, tudo bem? Desculpe a demora no retorno.
      Voltaremos em Manaus em novembro para novas apresentações.
      Você ainda tem interesse que façamos algo na faculdade de filosofia da UFAM?
      Um forte abraço,
      Kel Baster

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